Por que o controle de ponto manual morreu?

Por força da legislação trabalhista brasileira, as empresas que possuem mais de 10 funcionários devem promover o controle dos horários de trabalho. As alternativas existentes para esse monitoramento vão desde controle de ponto manual, passando pela mecânica até a eletrônica, com inúmeros modelos de equipamentos disponíveis.

A empresa decide qual método adotar e, quando pertinente, qual o equipamento utilizar dentre aqueles homologados pelo Ministério do Trabalho. O chamado ponto manual é aquele em que o controle é feito pelo registro em um livro de ponto ou por um cartão de papel introduzido em um relógio, assim conhecido como ponto mecânico.

Ambos necessitam que a contagem das horas seja feita posterior e manualmente para cada registro no livro ou no cartão. Portanto, acompanhe este post e conheça 5 razões pelas quais o controle de ponto manual morreu.

 

1. Mais trabalho para o cálculo mensal

 

As operações de registro e controle são feitas de modo manual nesse sistema, com o manuseio de todos os cartões dos trabalhadores, livro de ponto ou folhas de frequência. Sua leitura, contagem e lançamento são feitos por funcionários do setor administrativo da empresa (RH).

Dessa forma, a atividade requer mais trabalho e mais tempo para a efetivação dos cálculos mensais de horas trabalhadas, intervalos, ausências e demais aspectos controlados. Por isso, há uma concentração de tarefas e mão de obra administrativas nos dias que antecedem o preparo da folha de pagamentos.

 

2. Maior possibilidade de fraude

 

O sistema de ponto manual viabiliza a existência de fraudes. Os cartões ficam disponíveis e o registro é feito em cada um. Dessa forma, é mais fácil uma pessoa marcar o ponto para outra que não esteja presente.

Além disso, em razão do trabalho manual exigido, ocorre uma maior possibilidade de erros (não intencionais) nas contagens registradas nos cartões. Por sua vez, a verificação dos dados para sua correção provoca ainda mais trabalho na apuração pelo sistema manual.

 

3. Risco de preenchimento incorreto

 

O uso de livro de ponto é o maior responsável pelos erros de registro dos horários trabalhados. Seja por equívoco, seja de modo intencional da parte do funcionário, isso caracteriza uma fragilidade que requer maior proximidade e acompanhamento para uma gestão adequada. O ponto eletrônico eliminou essa suscetibilidade do controle de ponto manual.

 

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4. Fragilidade em questões trabalhistas

 

O controle de ponto manual tem se mostrado duvidoso quanto à sua utilização em questões trabalhistas. Em especial, nos casos de folhas de frequência com dados de entrada e saída totalmente exatos. A Justiça Trabalhista tem se mostrado avessa. Na verdade, a jurisprudência predominante aponta para a obrigação de a empresa utilizar outra forma de demonstrar as ocorrências questionadas.

 

5. Sem informações para o trabalhador

 

O registro de ponto manual não oferece para o trabalhador um comprovante do assentamento que faz no sistema. Desse modo, o funcionário não tem como demonstrar que efetivamente deu entrada ou saída em determinado horário.

Por esse motivo, o ponto eletrônico é também mais vantajoso do que o controle de ponto manual para o trabalhador, uma vez que passa a ter como registrar diariamente e demonstrar sua movimentação.

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