6 mitos sobre os Recursos Humanos nas empresas e como superá-los

Primeiramente, é necessário deixar claro o que significa Recursos Humanos nas empresas e qual é sua importância. O RH representa um setor, antes chamado de Departamento Pessoal, que garante a correta relação entre empregado e empregador, em termos legais e estratégicos.

Estima-se que empresas que possuem boas práticas de gestão de pessoas (portanto, que têm um RH bem estruturado), apresentam um desempenho 51% superior à média. Também contam com gente mais feliz, motivada e preparada para entregar resultados grandiosos.

Apesar disso, há vários mitos que norteiam o setor de Recursos Humanos nas empresas. Nos tópicos seguintes, nos dedicamos a explicá-los e superá-los.

1. Gestão de pessoas é apenas com o RH

A ideia de que a gestão de pessoas depende apenas do RH é um dos principais mitos, mas que insiste em persistir no local de trabalho. O RH é um dos responsáveis pela gestão dos talentos, mas não o único e nem o principal. Há uma responsabilidade compartilhada.

Imagine, por exemplo, o RH tentando implementar boas práticas de gestão de pessoas sem o apoio da alta administração, dos outros setores e do líder imediato de cada colaborador — é muito provável que não dê certo. Logo, o RH não pode atuar sozinho.

Em vista disso, é fácil concluir que a gestão de pessoas é responsabilidade de muitos envolvidos. Os administradores e líderes imediatos são tão importantes quanto o RH para que esse processo aconteça com êxito. Cabe ao RH instruir sobre as melhores práticas no expediente.

2. O RH é um custo necessário à empresa (e não estratégico)

Há dois tipos de custos: o estratégico, capaz de gerar mais lucro e novos negócios; e o não estratégico, que é necessário à manutenção das operações diárias, como o pagamento dos impostos. É um mito que o RH seja um custo não estratégico, apenas necessário à empresa.

O setor de RH é, na verdade, um custo estratégico. Cada real investido nele — e, portanto, nas boas práticas de gestão de pessoas — pode gerar um alto retorno sobre o investimento e garantir uma empresa mais longeva.

Ao investir no setor de RH, também se está investindo na contratação de mais talentos, na execução de treinamentos, em programas motivacionais e desenvolvimento de novos líderes, entre outros benefícios. Tudo isso representa custos estratégicos, capazes de gerar lucro e sucesso.

3. O RH cuida apenas das demandas burocráticas

Muitos gestores ainda enxergam o RH como seu antigo parente, o DP. Consideram que o RH cuida apenas das questões burocráticas, como a folha de pagamento, enquanto suas atuais responsabilidades vão muito além disso. Hoje, é possível falar no RH 4.0.

Pense no RH 4.0 como o setor adequado à quarta revolução industrial, também chamada de indústria 4.0. É um contexto muito mais tecnológico, no qual grandes volumes de dados e inteligência artificial predominam. Então, o RH está adaptado justamente a esse contexto.

É preciso olhar para os Recursos Humanos de uma maneira mais abrangente, entendendo-o como um setor amplo e capaz de gerar múltiplos benefícios à empresa. Para tanto, é preciso contar com tecnologias de ponta e tarefas estratégicas.

 

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4. O RH centraliza as informações da empresa

Em paralelo aos outros mitos, de um setor custoso e burocrático, está a crença de que o RH centraliza as informações e os processos diários, deixando todos os outros departamentos e funcionários dependentes dele. Especialmente pelo avanço da tecnologia, isso não é real.

Veja, por exemplo, o controle de ponto. As novas tecnologias permitem que os empregados registrem seu ponto on-line, inclusive por meio do smartphone, depois consultem sua carga horária. O mesmo vale para os gestores, que têm mais autonomia no acesso às informações.

Essa descentralização da informação do RH gera uma série de ganhos à empresa. Além de permitir que as pessoas tenham mais autonomia, gera transparência e confiança. Por fim, também beneficia o departamento de RH, que acaba por se preocupar menos com a burocracia.

5. O RH só representa certos interesses

Há dois tipos de visões equivocadas sobre o RH que são verdadeiros mitos. A primeira é que o setor só representa os interesses do empregador, a segunda é que o mesmo setor só busca os interesses dos empregados. O mito de um setor tendencioso.

Esse pensamento, todavia, é bastante nocivo, e resulta na geração de conflitos entre empregado e empregador — podendo custar caro a toda a empresa. Na verdade, o RH mais se parece com uma balança que tenta equilibrar o interesse tanto do empregado quanto do empregador.

Considere o salário mensal pago. Se for baixo, o funcionário vai se sentir desmotivado e pode partir para a concorrência quando tiver a chance. Se for alto demais, pode prejudicar a rentabilidade do empreendimento. O papel do RH é encontrar um ponto de equilíbrio.

6. O RH deve preservar o status quo

O termo status quo é dado ao estado atual das coisas, isto é, a forma como as coisas são feitas no dia a dia. Um dos maiores mitos é achar que o RH tem o papel de preservar as atuais práticas de trabalho, quando, na verdade, seu dever é mudar e evoluir sempre.

O desafio de mudar, no entanto, não é fácil e exige coragem. As pessoas são naturalmente resistentes à mudança, ao menos na maior parte dos casos. Além disso, o “novo” é sempre um ponto cego — não se sabe ao certo os resultados futuros, até alcançá-los.

Nesse sentido, cabe ao RH liderar a mudança dentro da empresa, ao menos no que se refere ao capital humano, e não preservar o status quo. Para tanto, depende da integração de novos métodos de trabalho, tecnologias e pessoas talentosas. Assim, todos podem se beneficiar.

Como podemos observar, existem muitos mitos que norteiam o RH. Alguns são antigos, mas continuam fortes. Pensar no setor de Recursos Humanos como custoso, centralizador e que só defende certos interesses é um forte sinal de que a evolução do setor não foi acompanhada nos últimos anos. É preciso quebrar esses mitos, depois enxergar o RH estratégico, 4.0.

E então, gostou do nosso artigo sobre Recursos Humanos nas empresas? Aproveite para continuar aprendendo e entender mais sobre a importância da gestão de Recursos Humanos. Boa leitura!

 

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