Formato moderno de relação de trabalho, o home office garante uma série de benefícios. Isso, tanto para as empresas quanto para os colaboradores. Por exemplo, como mais produtividade, menos custos e melhor qualidade de vida.

Porém, sua implantação requer alguns cuidados, não apenas para garantir estes benefícios, mas também para evitar contratempos futuros — inclusive com questões legais e trabalhistas. É preciso definir limites de home office no momento de implementá-lo.

Confira, neste post, o que é preciso levar em conta, na hora de adotar o home office e avalie se a sua empresa está fazendo isso da forma correta.

 

Vantagens do home office

 

Para muitos analistas, o home office é um caminho sem volta. De acordo com uma pesquisa realizada pela empresa de tecnologia Citrix em 19 países, até 2020, 90% das empresas oferecerão algum tipo de atividade remota aos seus colaboradores.

Estas organizações buscam uma série de benefícios que esta nova modalidade de trabalho oferece. Além da redução de custos, o home office resulta em mais produtividade. Também é uma forma de atrair novos talentos, já afeitos a este modelo de atuação à distância.

Para o colaborador, atuar de casa — ou do lugar onde desejar — representa mais qualidade de vida, o que também gera resultados mais produtivos e criativos.

Mas, a liberdade que o home office garante a empresas e colaboradores, não significa que a relação entre ambos sofre algum tipo de alteração. Todos os direitos e deveres trabalhistas precisam ser respeitadas, seja o trabalho presencial ou remoto.

 

 

Relações de trabalho mantidas

 

A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) foi alterada em 2011 de forma a eliminar qualquer diferenciação entre o trabalho feito no escritório da empresa ou à distância. Então, ficam mantidas a obrigatoriedade do registro do trabalhador na Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) e garantidos direitos como férias, 13º salário, aviso prévios, entre outros.

 

Controle da jornada

 

Entre os direitos garantidos aos colaboradores que atuam em home office está o pagamento de horas extras. Como trabalhadores internos, casos que excederem a jornada regular de 8 horas diárias ou 44 horas semanais, recebem hora extra.

A grande dúvida, neste item em particular, diz respeito à forma como será comprovada a jornada executada. Uma alternativa que tem sido experimentada pelas empresas é utilizar os registros e controles do computador para isso. Em muitos casos, o acesso remoto ao sistema da empresa cumpre esta função.

O essencial, aqui, é que os gestores tenham claro esta definição quanto à carga horária. Inclusive estabelecendo limites para o contato telefônico, ou por e-mail, com o colaborador que atua a distância. Limitar este relacionamento ao horário do expediente vigente na empresa é uma proteção contra eventuais demandas trabalhistas.

Essa é uma forma segura de aproveitar ao máximo os benefícios que o trabalho a distância pode oferecer, além de entendê-lo como parte da estrutura da organização.

Os limites de home office devem servir para aproximá-lo da cultura e das rotinas da empresa, com ganho de produtividade e satisfação dos colaboradores. Deseja receber mais informações para melhorar a gestão e recursos humanos na empresa? Então assine nossa newsletter e seja um expert em RH!

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