Todo gestor trabalha constantemente para encontrar estratégias que façam com que sua empresa esteja sempre em crescimento. Por isso, no ambiente de trabalho, é importante saber identificar quando surgem boas oportunidades. E se você estiver atento, pode perceber que bons profissionais acabam desenvolvendo uma grande autonomia em suas funções.

Essa característica é muito comum em qualquer área e pode ser utilizada para otimizar o funcionamento interno do seu negócio se direcionada da maneira certa. Neste post vamos mostrar por que você deve implementar uma autogestão empresarial em seu negócio. Continue a leitura e fique por dentro do assunto.

 

Como funciona a autogestão empresarial?

 

A estrutura hierárquica de uma empresa pode ser necessária para garantir o bom funcionamento de diversos processos. Entretanto, em muitos momentos, ela pode se tornar burocrática e deixar de aproveitar habilidades específicas de certos funcionários que poderiam otimizar seu trabalho ou do time todo.

É por isso que, muitas vezes, a gestão de equipes precisa ser repensada. E a autogestão surge como uma alternativa extremamente eficiente para solucionar esses problemas.

 

Mudança na tomada de decisões

 

A autogestão empresarial quebra um antigo paradigma, no qual as decisões, em geral, eram responsabilidades acumuladas sobre poucos indivíduos. A falta de confiança no potencial de um colaborador para decidir a melhor forma de realizar suas funções diminuiu muito com o avanço da capacitação profissional de cada um.

Todo gestor sabe que um funcionário eficiente conhece muito bem o trabalho que realiza e é capaz de lidar sozinho com certas decisões se elas forem delegadas a ele. Na autogestão, esse é o modo natural de funcionamento dos processos. É possível notar, já há um bom tempo, os resultados positivos dessa prática em diversas empresas, como mostraremos a seguir.

 

Quais são os benefícios desse sistema?

 

Autonomia para os colaboradores

 

Oferecer a possibilidade de gerenciar mais de perto o próprio trabalho, é garantir que cada profissional otimize o uso do próprio tempo. Além de criar um ambiente mais tranquilo e com menos pressão, você valoriza o trabalho do profissional, trazendo crescimento ao indivíduo e à empresa.

Um colaborador mais independente é mais eficaz e tem uma relação mais clara com os resultados esperados, cumprindo melhor os prazos e ganhando tempo no alcance das metas.

 

Otimização do trabalho do gestor

 

A distribuição de tarefas é algo que toma muito do precioso tempo de um gestor. É muito comum que atividades importantes acabem sendo deixadas de lado quando você precisa passar o dia todo delegando funções específicas para cada funcionário do time.

Com a transferência de tomada de decisões para seus subordinados, você não só elimina processos burocráticos, como ganha tempo para focar em questões que exigem sua concentração naquele momento.

 

Como aplicar?

 

O mais seguro é desenvolver um processo escalável de transferência de responsabilidades. Passe a cada funcionário, aos poucos, autoridade para tomada de pequenas decisões relacionadas ao próprio trabalho. Faça isso levando em consideração as diferentes etapas do trabalho de cada um. Em seguida, coloque em prática essas recomendações:

 

Estabeleça uma política de transparência

 

Por questões culturais, sempre houve uma desconfiança muito grande dos gestores e empreendedores em passar informações, comunicar aos funcionários os indicadores da empresa e divulgar resultados negativos. É claro que não são todas as equipes que devem saber todo tipo de informação, mas quanto mais dados o profissional possuir sobre o seu e os demais departamentos, mais apto ele estará para tomar decisões sobre a sua função e como terá que agir em determinadas situações.

Mesmo que a situação não seja boa, os colaboradores não podem ser surpreendidos por novidades que não esperavam. Não existe uma receita rápida para tornar uma empresa transparente, mas para agilizar esse processo é preciso encurtar a distância entre os níveis de hierarquia de um modo que todos consigam falar a mesma língua. Assim, o fluxo de trabalho melhora e as decisões de curto prazo serão tomadas instantaneamente, sem que seja necessário aguardar a autorização dos superiores.

 

Defina metas e indicadores claros para todos

 

Colaboradores tornam-se mais independentes quando a corporação possui uma estrutura madura e demostra de forma clara o que se espera das pessoas. Nesse quesito, a meritocracia é uma forma de trabalho que auxilia muito a criar profissionais responsáveis pelas próprias atividades, pois os seus resultados são equivalentes ao seu desempenho e ao que se espera dele.

A essência da relação profissional se dá, obviamente, pela troca entre o funcionário e a empresa: o primeiro executa seu trabalho e a segunda o recompensa por aquilo que recebe em troca.

Um plano meritocrático bem estruturado consegue apontar para as equipes dois aspectos fundamentais: se o desempenho do colaborador é condizente com os objetivos da empresa e quem são aqueles que realmente fazem a diferença, trazendo o retorno esperado. A partir disso, os que se destacam podem ser premiados com mais autonomia, por exemplo, já que demonstram um empenho maior para cumprir suas funções.

Evite criar metas difíceis de serem atingidas para não causar uma desmotivação geral — o que pode comprometer grande parte dos processos. Defina indicadores sempre pensando em reconhecimento para estimular a autogestão da sua equipe.

 

Crie vínculo com seus subordinados

 

Sem uma boa comunicação, o relacionamento entre subordinados e líderes pode ser prejudicado. Uma boa convivência é extremamente útil para que você veja novas perspectivas e saiba quais são os desafios e expectativas dentro e fora do ambiente organizacional, o que provoca um sentido de “fazer parte da equipe” para o colaborador.

Seja um mentor e indique as melhores soluções para as atividades operacionais. Ao agir dessa forma, você se aproximará ainda mais da sua equipe. Assim, eles se sentirão mais seguros para tomarem suas próprias decisões em prol da empresa.

Em poucos meses, ou mesmo semanas, cada um deles já vai gerenciar boa parte do próprio trabalho. Você poderá passar um projeto todo e definir o prazo de entrega junto a eles, eliminando etapas que tomariam muito do seu tempo para definir miniprocessos internos a esses.

 

Tolere os erros iniciais

 

Entenda que o “erro” do colaborador é, na verdade, uma forma de aprendizado, portanto, evite penalizá-lo severamente para que ele não fique desmotivado. Coloque-se no lugar do profissional a fim de enxergar o motivo que fez com que ele agisse fora do planejado e direcione-o ao caminho certo. Mostre que existem obstáculos e que é perfeitamente possível superá-los. Essa é uma maneira bastante eficaz de encorajar as equipes.

Lembre-se de que ninguém conhece melhor o trabalho do profissional do que ele mesmo. Com esse investimento em confiança, você abre espaço para que sua empresa passe a produzir mais e melhor, utilizando todo o potencial de cada colaborador.

Faça uma análise e verifique que tipos de decisões podem ser transferidas para cada funcionário. A autogestão empresarial pode ser um grande passo para que sua marca conquiste um lugar de destaque no mercado, graças à praticidade e à qualidade que esse tipo de atitude proporciona aos processos.

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